Esse é o título de um artigo que quero mandar para o EnANPAD, o encontro do pessoal da pós-graduação em administração.
Toda a idéia surgiu depois que eu li um artigo na McKinsey Quarterly com o título "Seis maneiras de fazer a Web 2.0 funcionar". Como muitos sabem, a McKinsey é uma das mais poderosas e importantes consultorias de estratégia empresarial no mundo. Assino a Quarterly (a maior parte é gratuita) e sempre tento ler, principalmente porque dá alguns insights interessantes quanto ao mercado.
Contudo, ficou a dúvida: como eles chegaram a essas "seis maneiras"?
Então, como eu sou uma pessoa chata e irritante, resolvi basear todo o meu artigo nisso. Estou analisando a estrutura do artigo deles e checando se há base conceitual factível para as sugestões (ou imperativos, como eles chamam).
Está bastante interessante, pelo menos por enquanto. Tem se revelado um exercício muito bom. Tomara que seja aceito no EnANPAD.
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terça-feira, 14 de abril de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
A Metropolis de hoje
É engraçado ver que a jornada de trabalho tida como exaustiva no filme Metropolis, de Fritz Lang (1927) era de 10 horas.
Atualmente uma parcela considerável do setor privado tem esse tipo de jornada (ou maior, chegando a incríveis 13, 14 horas no caso de consultorias, por exemplo) a ainda se fala tanto em balanço da vida pessoal e profissional. Só se a vida pessoal for a profissional.
Para a tecnologia, que ainda se pensava como algo que diminuiria a jornada de trabalho para dar mais tempo às atividades pessoais e sociais, parece que algo deu errado nesse caminho. Vale a pena checar o livro de José Henrique Organista, "O debate sobre a centralidade do trabalho", de uma editora muito interessante e que vende livros a preços bem acessíveis (Ed. Expressão Popular).
Retomo esse tema mais à noite, hoje ainda. Quero escrever mais sobre isso.
Atualmente uma parcela considerável do setor privado tem esse tipo de jornada (ou maior, chegando a incríveis 13, 14 horas no caso de consultorias, por exemplo) a ainda se fala tanto em balanço da vida pessoal e profissional. Só se a vida pessoal for a profissional.
Para a tecnologia, que ainda se pensava como algo que diminuiria a jornada de trabalho para dar mais tempo às atividades pessoais e sociais, parece que algo deu errado nesse caminho. Vale a pena checar o livro de José Henrique Organista, "O debate sobre a centralidade do trabalho", de uma editora muito interessante e que vende livros a preços bem acessíveis (Ed. Expressão Popular).
Retomo esse tema mais à noite, hoje ainda. Quero escrever mais sobre isso.
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